O que é neurofeedback?
Neurofeedback é uma forma de treinamento cerebral, também conhecida como neuromodulação autorregulatória. Seu objetivo é favorecer a autorregulação e um funcionamento mais eficiente do cérebro.
Sensores são colocados sobre a cabeça para captar os sinais elétricos cerebrais, de maneira semelhante ao que acontece em um eletroencefalograma (EEG). Esses sinais são processados e apresentados em tempo real por meio de gráficos, sons, imagens, vídeos ou jogos.
Com essa informação, o cérebro pode aprender a modificar seus padrões de funcionamento.
O neurofeedback pode ser utilizado com objetivos relacionados à atenção, memória, aprendizagem, sono, relaxamento, manejo do estresse, autorregulação e desempenho.
Como funciona o neurofeedback?
O neurofeedback trabalha com a atividade elétrica do cérebro e com padrões de ondas ou frequências cerebrais relacionados aos nossos processos cognitivos, emocionais e comportamentais.
Os sensores apenas captam a atividade elétrica cerebral. Eles não aplicam corrente elétrica e não provocam choque.
O feedback funciona como um espelho, mostrando ao cérebro aspectos de sua própria atividade em tempo real.
Com esse retorno, o cérebro pode experimentar e aprender novas formas de funcionamento.
Com a repetição, esses padrões podem se tornar mais estáveis e repercutir no cotidiano.
Para que serve o neurofeedback?
O neurofeedback é uma ferramenta de treinamento cerebral. Por isso, pode ser utilizado com diferentes objetivos, de acordo com as características de cada pessoa e com aquilo que ela deseja desenvolver ou modificar.
Entre os objetivos que podem fazer parte de um processo de treinamento estão:
- atenção e concentração;
- aprendizagem;
- memória e cognição;
- sono;
- relaxamento físico e mental;
- manejo do estresse;
- autorregulação;
- regulação emocional;
- desempenho nos estudos e no trabalho;
- preparação para situações de alta demanda cognitiva;
- desempenho esportivo;
- desenvolvimento e desempenho pessoal.
O neurofeedback também é estudado e utilizado como ferramenta complementar em diferentes contextos relacionados à saúde e ao funcionamento cerebral.
No Sistema Brain-Trainer, não se escolhe um treinamento apenas porque uma pessoa apresenta determinada queixa ou diagnóstico. O ponto de partida é compreender os padrões daquele cérebro e relacioná-los aos objetivos definidos pela própria pessoa.
Qual é a diferença entre neurofeedback e neuromodulação?
Neuromodulação é um termo amplo utilizado para diferentes métodos que procuram modificar ou regular a atividade do sistema nervoso.
Em muitas comparações, o termo é associado principalmente a técnicas que aplicam estímulos externos, como correntes elétricas ou campos eletromagnéticos, para influenciar diretamente a atividade neural.
O neurofeedback funciona de maneira diferente dessas técnicas.
Os sensores colocados sobre a cabeça apenas captam a atividade elétrica cerebral. Eles não enviam eletricidade, laser ou estímulos eletromagnéticos para o cérebro.
Os sinais captados são transformados em feedbacks auditivos ou visuais, apresentados por meio de sons, vídeos, sombras e jogos. Assim, o cérebro recebe informações sobre o próprio funcionamento e pode aprender, pela experiência e pela repetição, novas formas de regular sua atividade.
O neurofeedback também pode ser descrito como uma forma de neuromodulação porque favorece mudanças no funcionamento cerebral.
Por isso, utilizamos a expressão neuromodulação autorregulatória: a modulação ocorre por meio do feedback e da capacidade de aprendizagem do próprio cérebro, e não pela aplicação direta de estímulos sobre ele.
Em resumo, enquanto algumas técnicas de neuromodulação atuam por estimulação externa direta, o neurofeedback trabalha com informações sobre a própria atividade cerebral para favorecer a autorregulação.
Neurofeedback funciona?
O neurofeedback é uma modalidade de treinamento cerebral baseada na aprendizagem por feedback.
Ao receber informações em tempo real sobre sua própria atividade, o cérebro pode aprender novas formas de organização e autorregulação.
A literatura científica apresenta resultados positivos em diferentes contextos e também demonstra a importância da qualidade metodológica, da individualização e do acompanhamento dos resultados.
Os resultados dependem de fatores como o objetivo do treinamento, o protocolo utilizado, a qualidade da avaliação, as características individuais, a frequência dos treinamentos e a forma como o processo é acompanhado.
No Sistema Brain-Trainer, o treinamento é individualizado. O ponto de partida é o mapeamento cerebral por EEG, que permite observar diferentes padrões de funcionamento. Essas informações são analisadas em conjunto com os objetivos da pessoa para a elaboração e o acompanhamento do plano de treinamento.
O que diferencia o neurofeedback da Brain-Trainer?
No Sistema Brain-Trainer, o feedback é compreendido como um espelho. Os sensores captam a atividade elétrica cerebral e o programa devolve essa informação em tempo real, por meio de sons, vídeos, sombras ou jogos. O treinador organiza o plano e oferece condições para o treinamento, mas não tenta comandar conscientemente o cérebro. Ao receber informações sobre o próprio funcionamento, o cérebro pode encontrar formas mais eficientes de se organizar e se autorregular.
A Brain-Trainer também não se limita ao treinamento de uma frequência, região ou biomarcador isolado. O mapeamento cerebral por EEG permite observar o funcionamento do cérebro de forma integrada. A partir desses dados e dos objetivos de cada pessoa, o TQ8 auxilia na construção de um plano individualizado, enquanto o BT2 conduz as sessões e oferece o feedback em tempo real.
Criado em 1994, o Sistema Brain-Trainer segue a filosofia “De Treinadores para Treinadores” e é continuamente aprimorado a partir da experiência de uma rede internacional presente em 38 países e cinco continentes.
Para quem é indicado o neurofeedback?
O neurofeedback pode ser utilizado por pessoas que desejam treinar o próprio cérebro e melhorar em relação a si mesmas.
Não é necessário estar doente ou possuir um diagnóstico para treinar o cérebro.
Assim como acontece no treinamento físico, o objetivo também pode ser desenvolver capacidades, melhorar o desempenho e alcançar um funcionamento mais eficiente.
O ponto de partida no Sistema Brain-Trainer é um mapeamento cerebral detalhado, que permite adaptar o treinamento às singularidades, às condições e aos objetivos de cada pessoa.
Entenda também quem pode fazer neurofeedback e como saber se esse treinamento é para você.
Quais profissionais podem trabalhar com neurofeedback?
A formação em neurofeedback da Brain-Trainer é aberta a pessoas de diferentes áreas dispostas a se engajar no aprendizado da ferramenta.
O neurofeedback pode complementar a atuação de profissionais que trabalham com desenvolvimento humano, desempenho, aprendizagem, saúde e qualidade de vida.
Sua utilização deve respeitar os limites da formação de cada profissional, suas competências e a legislação aplicável à sua área de atuação.
Conheça as possibilidades do neurofeedback e avalie como essa ferramenta pode fazer parte da sua jornada de desenvolvimento pessoal, familiar ou profissional.
Cérebro: O grande maestro!
A forma como pensamos, agimos, sentimos e nos comportamos tem relação direta com nossa atividade cerebral.
Ao longo do tempo, desenvolvemos hábitos de funcionamento que vão se tornando estáveis em nossos cérebros. Apesar de todos eles buscarem responder às nossas necessidades, alguns podem se tornar menos funcionais do que outros.
Alguns hábitos indesejados podem ser difíceis de modificar apenas por meio do controle consciente, pois muitos padrões de funcionamento acontecem sem que tenhamos percepção direta deles.
É justamente sobre esses padrões elétricos que o neurofeedback oferece informações.
Que tal entender o que eles são e qual é o seu papel no treinamento cerebral?
Frequências cerebrais e a nossa vida
A atividade elétrica do cérebro se manifesta por meio das chamadas frequências ou ondas cerebrais.
A frequência representa o número de oscilações da atividade elétrica cerebral por segundo. Entre as faixas mais conhecidas estão delta, teta, alfa, beta e gama.
Essas faixas podem aparecer de maneiras diferentes conforme a região cerebral, o estado da pessoa e a atividade realizada.
Que tal alguns exemplos?
As frequências delta são frequentemente associadas ao sono profundo, enquanto as ondas teta podem aparecer em processos relacionados à percepção, ao processamento de imagens e à criatividade.
A atividade alfa costuma estar relacionada a estados de relaxamento e menor processamento de estímulos externos.
As frequências beta aparecem com frequência em situações de processamento ativo de informações, enquanto a atividade gama é estudada em relação à integração de informações entre diferentes processos cerebrais.
Nossas experiências de vida e nossos hábitos afetam a forma como acontece a produção e a distribuição dessas frequências em nosso cérebro.
Diferentes padrões de atividade elétrica cerebral podem ser estudados em relação a estados como atenção, relaxamento, sono e ativação. Entretanto, uma frequência ou região cerebral não deve ser interpretada isoladamente como explicação ou diagnóstico de uma condição.
No Sistema Brain-Trainer, a análise considera o cérebro como um todo, a distribuição das frequências, as condições de registro e os objetivos apresentados pela pessoa.
E como é possível detectar e treinar esses padrões de atividades elétricas do cérebro?
A proposta do neurofeedback, dentro do Sistema Brain-Trainer, é começar fazendo um mapeamento para levantar os padrões específicos daquela pessoa e, depois, definir como treiná-los.
Os sinais captados pelos sensores são enviados para um amplificador e encaminhados aos programas utilizados para análise e treinamento.
Os sensores apenas captam a atividade elétrica cerebral. Eles não enviam eletricidade para o cérebro e não provocam choque.
Com base na gravação dos dados cerebrais e nos objetivos da pessoa, o TQ8 auxilia na elaboração de um plano de treinamento personalizado, indicando onde e como treinar.
Descubra como treinar o cérebro, da mesma maneira como você treina o seu corpo, e mude o curso da sua vida de uma maneira que você nunca tinha imaginado.
Peter Van Deusen
Neurofeedback: treinando seu cérebro como você treina seu corpo
Para treinar o corpo, normalmente começamos entendendo onde estamos e o que desejamos desenvolver.
A partir daí, definimos um treinamento e acompanhamos como o organismo responde.
Se o objetivo é ganhar força, por exemplo, observamos variáveis como carga, número de séries, repetições e evolução ao longo do tempo.
Para treinar o cérebro, a lógica tem pontos em comum.
A avaliação da Brain-Trainer ajuda a identificar padrões relacionados aos objetivos que a pessoa deseja alcançar.
Com base nisso, é elaborado um plano e, durante as sessões, o cérebro recebe feedback sobre sua própria atividade.
O treinamento não busca um cérebro “perfeito” ou simplesmente igual a uma média. Busca ajudar aquele cérebro a encontrar formas mais eficientes e flexíveis de funcionar.
Como o neurofeedback acontece na prática?
Em todas as sessões, sensores são colocados sobre a cabeça para captar a atividade elétrica cerebral.
Esses sinais são enviados ao amplificador e ao computador.
O programa interpreta aspectos dessa atividade e os transforma em informações que retornam à pessoa em tempo real.
Esse retorno pode acontecer de várias maneiras.
Como acontece o feedback de som?
No feedback auditivo, a própria atividade cerebral interfere nos sons apresentados durante o treinamento.
Diferentes instrumentos, timbres ou volumes podem responder às mudanças nos padrões que estão sendo observados.
A pessoa não precisa interpretar conscientemente cada som.
O importante é que o cérebro receba continuamente informações relacionadas àquilo que ele próprio está fazendo.
Como acontece o feedback por vídeo e sombra?
Outra possibilidade é utilizar um vídeo como feedback visual.
Uma sombra pode aparecer sobre o conteúdo ou mudar de intensidade conforme a atividade cerebral se aproxima ou se afasta dos objetivos estabelecidos para aquele treinamento.
Assim, aquilo que acontece na tela reflete continuamente aspectos da atividade cerebral.
É como se o cérebro estivesse diante de um espelho.
Isso faz com que ele possa buscar uma forma mais eficiente de ativação, pois ele é naturalmente programado para trabalhar com maior eficiência, flexibilidade e menor gasto de energia.
Como acontece o feedback nos games?
Outro tipo de feedback bastante divertido são os games.
Neles, elementos do jogo respondem à atividade cerebral de acordo com os objetivos do treinamento.
A pessoa não precisa descobrir conscientemente como controlar o jogo: o cérebro recebe o feedback e, com a prática, vai mudando seus próprios padrões.
O cérebro aprende com o feedback
Já tentou treinar uma apresentação em frente ao espelho?
Quando você consegue observar aquilo que está fazendo, passa a ter informações que antes não estavam disponíveis e pode fazer ajustes.
O feedback oferece algo semelhante ao cérebro.
Ao receber informações em tempo real sobre a própria atividade, ele pode experimentar outras formas de funcionamento.
Com a repetição, essas experiências podem se transformar em novos hábitos cerebrais.
Não é necessário pensar, tentar ou julgar o próprio desempenho durante o treinamento.
Preste atenção ao feedback e deixe o cérebro fazer o trabalho.
Efeitos duradouros
Aos poucos, o cérebro pode consolidar essa forma mais eficiente de funcionar. Com a repetição, os novos padrões vão se tornando novos hábitos e podem continuar presentes mesmo depois de terminado o treinamento com neurofeedback.
É o cérebro que aprende. Assim como acontece quando aprendemos a andar de bicicleta, aquilo que no começo precisa ser praticado pode acabar se tornando automático. Depois que o cérebro encontra uma maneira de funcionar que produz resultados melhores, ele não precisa ficar dependendo do feedback para continuar usando-a.
Por isso, depois de algum tempo, é possível terminar o treinamento e manter as mudanças alcançadas. Em algumas pessoas, o cérebro continua inclusive se reorganizando e apresentando mudanças depois do fim das sessões.
Mais uma demonstração da incrível capacidade que o cérebro tem de mudar seus próprios hábitos, não é mesmo?
O que acontece nos atendimentos?
Conheça como é o processo de atendimento dos treinadores na metodologia do Sistema Brain-Trainer.
Levantamento de queixas e objetivos
Primeiro é feito um levantamento das questões que a pessoa deseja modificar e dos objetivos que pretende alcançar, por meio de entrevista e de um questionário online.
O questionário foi criado para ajudar a identificar e organizar essas questões e orientar a avaliação das características e do modo de funcionamento cerebral.
Mapeamento Cerebral
É realizado um mapeamento cerebral por EEG.
Sensores são posicionados sobre o couro cabeludo para registrar a atividade elétrica cerebral em diferentes pontos.
As gravações são realizadas em condições como olhos fechados, olhos abertos e execução de tarefas de atenção e processamento.
O objetivo é observar como aquele cérebro funciona em diferentes situações.
Análise de dados e definição do plano de treinamento
O TQ8, programa de avaliação do Sistema Brain-Trainer, analisa os dados obtidos no mapeamento e gera gráficos que ajudam a visualizar e interpretar os padrões de funcionamento daquele cérebro.
Com esses recursos, é possível observar os principais padrões encontrados e identificar quais deles mais se relacionam com as questões e os objetivos levantados no início do processo.
Com base nessas informações, é criado um plano de treinamento individualizado, definindo onde e como treinar ao longo das sessões.
Sessões de Treinamento
Durante as sessões, eletrodos captam os sinais do cérebro e os enviam ao computador.
O BT2, programa de treinamento do Sistema Brain-Trainer, transforma a atividade cerebral em feedback sonoro e visual, mostrando continuamente ao cérebro aspectos do seu próprio funcionamento.
É como se o cérebro estivesse diante de um “espelho”.
Os sons, imagens e outras formas de feedback mudam de acordo com os alvos estabelecidos para o treinamento. Ao perceber a relação entre sua própria atividade e aquilo que acontece no feedback, o cérebro começa a experimentar outras formas de funcionar.
Não é necessário tentar produzir essas mudanças conscientemente. O cérebro aprende a partir do feedback, experimentando e descobrindo por si mesmo novas estratégias de funcionamento.
Com a repetição, essas novas formas de funcionar podem começar a aparecer também no dia a dia. As mudanças podem ser percebidas no sono, na atenção, na capacidade de relaxar, na memória, na aprendizagem ou no equilíbrio emocional, inclusive em aspectos que a pessoa nem havia considerado inicialmente.
Aos poucos, aquilo que o cérebro pratica durante as sessões pode se transformar em um novo hábito de funcionamento.
Acompanhamento dos Resultados
Ao longo das sessões, as mudanças vão sendo acompanhadas em relação aos objetivos definidos no início do processo.
O treinamento costuma acontecer em etapas. Períodos de mudança podem ser seguidos por períodos de consolidação, nos quais o cérebro estabiliza os novos hábitos de funcionamento antes de continuar avançando.
À medida que esses novos padrões se consolidam, o cérebro pode passar a funcionar de forma mais eficiente e flexível, utilizando sua energia de maneira mais adequada às diferentes situações. Esse é justamente um dos princípios do treinamento: ajudar o cérebro a deixar padrões habituais menos eficientes e desenvolver novas formas de funcionar.
Os resultados são acompanhados principalmente pelas mudanças que aparecem no dia a dia da pessoa. Os dados registrados ao longo das sessões também ajudam a observar o processo e avaliar se o plano de treinamento deve ser mantido ou ajustado.
Avaliação dos Resultados
Após o término das sessões, o questionário é respondido novamente para avaliar como evoluíram as questões e os objetivos levantados no início do processo.
Os resultados são comparados com os dados iniciais, permitindo visualizar as mudanças alcançadas ao longo do treinamento.
O mais importante é observar como essas mudanças aparecem na vida da pessoa e em que medida os objetivos definidos no início foram alcançados.
Como é uma sessão de Neurofeedback?
No Sistema Brain-Trainer, primeiro são levantadas as questões que a pessoa deseja modificar e os objetivos que pretende alcançar. É feito um mapeamento cerebral para observar os padrões de atividade elétrica do cérebro. A partir desses dados, o TQ8 auxilia na elaboração de um plano de treinamento individualizado, baseado nos padrões encontrados naquele cérebro.
As sessões de neurofeedback com o Sistema Brain-Trainer são assim:
- A pessoa fica confortavelmente em frente a uma tela.
- Eletrodos são posicionados sobre a cabeça para captar a atividade elétrica produzida pelo cérebro.
- Os sinais são enviados ao amplificador e ao computador.
- O BT2 utiliza esses sinais para produzir o feedback.
- Sons, imagens, vídeos ou jogos mudam de acordo com os alvos estabelecidos para o treinamento.
- A pessoa não precisa tentar controlar conscientemente o que acontece.
- O cérebro recebe continuamente informações sobre o próprio funcionamento e começa a experimentar novas maneiras de funcionar.
- Ao longo das sessões, diferentes padrões identificados no mapeamento são trabalhados de acordo com o plano de treinamento.
- Com a repetição, essas novas maneiras de funcionar podem se tornar novos hábitos e aparecer também no dia a dia.
Depoimentos de clientes de neurofeedback
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Programas
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O TQ8 é utilizado para analisar os dados do mapeamento cerebral e elaborar o plano de treinamento. Já o BT2 é usado durante as sessões, transformando a atividade cerebral em feedback.
Ambos podem ser utilizados em português. Os programas são adquiridos diretamente no site da Brain-Trainer International, e a Brain-Trainer Brasil oferece a formação necessária para compreender o sistema e utilizá-lo na prática.
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Depoimentos de profissionais de neurofeedback
Quem somos nós
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